Investir no esporte é fundamental para um país que pretende ser respeitado mundialmente, além de contribuir com a inclusão social e o desenvolvimento econômico é claro. Vale destacar que é necessário se investir prioritariamente na base, ou seja, na formação do atleta para conseguir tais objetivos.
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| Investimento não garante retorno imediato |
Para os Jogos Olímpicos de 2012, que ocorre em Londres, a verba pública destinada a delegação brasileira é nada menos que R$ 2,1 bilhões, o dobro em relação ao último ciclo olímpico (cerca de R$ 1 bilhão). A soma para este ano se deve aos investimentos do Ministério dos Esportes (R$ 644 milhões), Lei Piva (R$ 550 milhões), patrocínios estatais (R$ 250 milhões), lei de incentivo (R$ 433 milhões). Confira a matéria (UOL) sobre o investimento público recorde. http://migre.me/9VtSJ
Com o volume de investimentos oriundo do governo federal e empresas estatais, acredita-se que o esporte brasileiro possa conquistar um número maior de medalhas em relação aos Jogos Olímpicos de Pequim. O que, sinceramente, não acredito até pelo fato da delegação atual ser menor que a que disputou os jogos em Pequim. Na realidade o aumento da verba pública também está relacionado ao direito do Brasil de sediar os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.
O investimento, a meu ver, deve ser de longo prazo. Só espero que não pare após as Olimpíadas de 2016, que será sediada no Brasil. Como no início do texto finalizo afirmando que o esporte, além de ajudar na inclusão social é fundamental para um país que quer se tornar uma potência mundial. A única preocupação é com os possíveis desvios de verba, corrupção e outras mazelas que atrapalham o desenvolvimento brasileiro há séculos.

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