segunda-feira, 16 de julho de 2012

Olimpíadas: Investimento a longo prazo

Investir no esporte é fundamental para um país que pretende ser respeitado mundialmente, além de contribuir com a inclusão social e o desenvolvimento econômico é claro. Vale destacar que é necessário se investir prioritariamente na base, ou seja, na formação do atleta para conseguir tais objetivos. 
Investimento não garante retorno imediato
Para os Jogos Olímpicos de 2012, que ocorre em Londres, a verba pública destinada a delegação brasileira é nada menos que R$ 2,1 bilhões, o dobro em relação ao último ciclo olímpico (cerca de R$ 1 bilhão). A soma para este ano se deve aos investimentos do Ministério dos Esportes (R$ 644 milhões), Lei Piva (R$ 550 milhões), patrocínios estatais (R$ 250 milhões), lei de incentivo (R$ 433 milhões). Confira a matéria (UOL) sobre o investimento público recorde. http://migre.me/9VtSJ
Com o volume de investimentos oriundo do governo federal e empresas estatais, acredita-se que o esporte brasileiro possa conquistar um número maior de medalhas em relação aos Jogos Olímpicos de Pequim. O que, sinceramente, não acredito até pelo fato da delegação atual ser menor que a que disputou os jogos em Pequim. Na realidade o aumento da verba pública também está relacionado ao direito do Brasil de sediar os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.
O investimento, a meu ver, deve ser de longo prazo. Só espero que não pare após as Olimpíadas de 2016, que será sediada no Brasil. Como no início do texto finalizo afirmando que o esporte, além de ajudar na inclusão social é fundamental para um país que quer se tornar uma potência mundial. A única preocupação é com os possíveis desvios de verba, corrupção e outras mazelas que atrapalham o desenvolvimento brasileiro há séculos. 


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